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Conquistada em 25 de maio de 1940 pelos experientes marumbinistas Ina Classen, Rosa Iseman, Rudolf Stamm, Henrique Zenkert e Alberto Thomsen, subir até a Ponta do Tigre é uma experiência intensa e recompensadora para quem busca um contato mais próximo com a Montanha. A trilha é em estilo escalaminhada — uma combinação de caminhada íngreme com trechos que exigem o uso constante das mãos para vencer os obstáculos naturais. O terreno é acidentado, com muitas raízes expostas, pedras soltas e pontos bastante íngremes, onde o esforço físico se soma à necessidade de atenção e técnica.
Um dos destaques do trajeto são os trechos expostos, onde a trilha contorna encostas com grande desnível e vistas vertiginosas da Serra do Mar. Nesses pontos, a segurança é garantida por degraus de ferro fixados diretamente na rocha e cordas fixas que servem de apoio para a subida e descida. Esses trechos são curtos, mas exigem firmeza e concentração.
Obs.: O ponto de encontro pode ser alterado conforme a necessidade do grupo ou para otimizar o itinerário rodoviário.
A Ponta do Tigre oferece uma das vistas mais impressionantes de toda a Serra do Mar. Do cume, é possível observar o Abrolhos e a Esfinge de cima, além de amplas paisagens das montanhas ao redor e, ao longe, o contorno do litoral emergindo entre as nuvens e o mar.
É possível iniciar a caminhada desde a entrada do parque até o sopé do Marumbi, percorrendo cerca de 5 quilômetros com mais de 300 metros de desnível — não esqueçamos da volta. No entanto, essa opção exige mais do condicionamento físico e pode impactar nos custos da condução. Para contornar essa situação, há duas alternativas: contratar um transfer em veículo 4×4 até a Estação Engenheiro Lange ou realizar a expedição em modo alpino, com pernoite no Camping Marumbi ou a opção de Airbnb na histórica Vila Marumbi.
A subida começa pela trilha Frontal do Olimpo, partindo da Estação Marumbi. O tempo estimado até o cume varia de 3 a 4 horas e 30 minutos, dependendo do ritmo do grupo e das condições do dia.
Ficamos aproximadamente 1:00 hora no cume, aproveitamos para o lanche mais reforçado, apreciar e tirar muitas fotos.
A descida é feita pelo mesmo caminho da subida.
Após o retorno, é possível fazer mais um pernoite em camping ou em um Airbnb na região. Caso contrário, iniciamos o descenso final, com duas opções: caminhar os 5 km até as imediações da entrada do parque ou seguir de veículo 4×4.
Durante a viagem de retorno, aproveitamos para troca de experiências e uma boa conversa. Uma “mateada” é bem vinda.
Sim, é possível agendar um passeio individual. Os valores divulgados em nosso site referem-se a grupos, mas podemos fornecer um orçamento personalizado mediante solicitação via e-mail ou WhatsApp. Oferecemos também o acompanhamento de guias bilíngues.
Sim, é possível fazer a trilha com tênis e segurança. Porém, é importante que o calçado seja próprio para atividades outdoor. Tênis de corrida ou caminhada são contraindicados, pois se danificam facilmente no ambiente natural devido à irregularidade do terreno, umidade e rochas abrasivas.
Vale ressaltar que botas de hike e trekking possuem sistema de anti-torção no tornozelo e evitam que o pé deslize dentro do calçado em descidas, reduzindo o risco de lesões nos dedos.
Sim! É possível fazer essa trilha com crianças.
Por questões de segurança, recomendamos a participação de crianças a partir de 12 anos. No entanto, crianças mais novas que já têm experiência em atividades ao ar livre também podem realizar o percurso até o cume.
