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A subida ao Pico Camapuã começa cruzando diversas vezes o Rio Tucum, em meio a uma mata úmida e densa. O caminho segue por trilha bem marcada, cercado por árvores centenárias, raízes expostas e o som constante da água corrente. Aos poucos, a vegetação se transforma até que, ao alcançar o campo de altitude, o visual se abre de forma impressionante: é possível avistar o Pico Paraná, o Tucum e, em dias claros, até o litoral.
Em Tupi-Guarani, a palavra “Camapuã” (ou “Kamapuã”) tem um significado relacionado à natureza, mas sua interpretação pode variar conforme a região e a fonte linguística. A interpretação que melhor se aplica deriva da junção de: “Camapú” (ou “kãa-mbú”): capim, grama, vegetação rasteira e “Puã” (ou “ûa”): alto, elevado, alongado ou seja campo de vegetação rala. Depois de conhecer essa Montanha é possível entender a referência.
Obs.: O ponto de encontro pode ser alterado conforme a necessidade do grupo ou para otimizar o itinerário rodoviário.
A trilha até o Pico Camapuã é dividida em três etapas bem distintas. A primeira segue em subida leve, serpenteando o Rio Tucum por entre a mata. Na segunda, o terreno se torna mais íngreme, exigindo mais esforço em meio à floresta fechada. Por fim, alcança-se uma rampa de pedra rodeada pelos campos de altitude, onde o ambiente muda completamente. Somente no cume é que se revelam as vistas para o Pico Paraná, o Tucum e outras Montanhas da Serra do Mar — um cenário que recompensa cada passo da jornada.
Aqui é necessário atravessar uma propriedade privada para acessar a trilha.
Seguimos até o último cruzo com o Rio Tucum, onde há uma das maiores árvores da trilha conhecida por “Árvore do Boto”.
Nesse ponto deixamos a mata e começamos a galgar pelo campo de altitude, faremos uma breve parada para uma barrinha, água e seguirmos.
Ficamos cerca de 1 hora no cume. Aproveitamos esse tempo para um lanche reforçado, bastante água e muitas fotos — afinal, o Camapuã é uma Montanha belíssima, e o visual do cume é espetacular.
A descida é feita pelo mesmo caminho da subida.
Durante a viagem de retorno, aproveitamos para troca de experiências e uma boa conversa. Uma “mateada” é bem vinda.
Sim, é possível agendar um passeio individual. Os valores divulgados em nosso site referem-se a grupos, mas podemos fornecer um orçamento personalizado mediante solicitação via e-mail ou WhatsApp. Oferecemos também o acompanhamento de guias bilíngues.
Sim, é possível fazer a trilha com tênis e segurança. Porém, é importante que o calçado seja próprio para atividades outdoor. Tênis de corrida ou caminhada são contraindicados, pois se danificam facilmente no ambiente natural devido à irregularidade do terreno, umidade e rochas abrasivas.
Vale ressaltar que botas de hike e trekking possuem sistema de anti-torção no tornozelo e evitam que o pé deslize dentro do calçado em descidas, reduzindo o risco de lesões nos dedos.
Sim! É possível fazer essa trilha com crianças.
Por questões de segurança, recomendamos a participação de crianças a partir de 12 anos. No entanto, crianças mais novas que já têm experiência em atividades ao ar livre também podem realizar o percurso até o cume.
