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O Itapiroca é uma Montanha de 1.805 metros de altitude, situada na Serra do Ibitiraquire, no Paraná, entre os municípios de Antonina e Campina Grande do Sul. Seu nome vem do tupi-guarani e pode ser traduzido como “pedra escura”, uma referência ao seu cume rochoso coberto por vegetação de altitude e às sombras projetadas pelas nuvens que frequentemente cobrem a serra.
A trilha para o Itapiroca parte do posto do IAT – Instituto Água e Terra, no mesmo caminho utilizado para os cumes do Pico Paraná e do Caratuva. É considerada de dificuldade moderada e cruza trechos de floresta densa, raízes, lama e subida constante. No final, o caminhante é recompensado com um campo de altitude amplo e tranquilo, ideal para acampamentos.
Do cume, a vista é impressionante: em dias limpos, é possível avistar a grande massa rochosa do Pico Paraná de um ângulo privilegiado, além das montanhas vizinhas como o Caratuva, Tucum e Camapuã, e, ao fundo, as planícies litorâneas do Paraná.
O Itapiroca é uma excelente escolha para quem busca contato com a natureza, vistas panorâmicas e uma experiência de Montanha mais isolada e silenciosa, especialmente em comparação aos roteiros mais populares.
Obs.: O ponto de encontro pode ser alterado conforme a necessidade do grupo ou para otimizar o itinerário rodoviário.
Na subida ao Itapiroca, o visitante encontrará uma trilha envolta pela Mata Atlântica, com trechos de subida constante e raízes expostas. Ao final do esforço, o cume revela um campo de altitude silencioso e amplo, ideal para descanso e contemplação.
Aqui é necessário atravessar uma propriedade privada para acessar a trilha. Também faremos o cadastro no IAT.
Subimos até um mirante conhecido como Getúlio, caminhando aproximadamente de 1 a 1 hora e meia.
Vamos fazer uma parada nas plaquinhas para repor as energias.
Este ponto de água está temporariamente interditado pelo IAT devido à contaminação. Quem possuir métodos de tratamento e desejar utilizá-la, poderá fazê-lo por própria conta e risco.
Chegada ao cume. Ficamos cerca de uma hora e meia: descansamos, nos alimentamos e tiramos muitas fotos.
Iniciamos a descida! A partir de agora, as paradas serão só quando o corpo pedir – o importante é manter o ritmo até o final.
Ao concluir a trilha, efetuamos o encerramento de nosso cadastro junto ao IAT.
Durante a viagem de retorno, aproveitamos para troca de experiências e uma boa conversa. Uma “mateada” é bem vinda.
Sim, é possível agendar um passeio individual. Os valores divulgados em nosso site referem-se a grupos, mas podemos fornecer um orçamento personalizado mediante solicitação via e-mail ou WhatsApp. Oferecemos também o acompanhamento de guias bilíngues.
Sim, é possível fazer a trilha com tênis e segurança. Porém, é importante que o calçado seja próprio para atividades outdoor. Tênis de corrida ou caminhada são contraindicados, pois se danificam facilmente no ambiente natural devido à irregularidade do terreno, umidade e rochas abrasivas.
Vale ressaltar que botas de hike e trekking possuem sistema de anti-torção no tornozelo e evitam que o pé deslize dentro do calçado em descidas, reduzindo o risco de lesões nos dedos.
