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O Olimpo é o ponto mais alto do Parque Estadual Pico Marumbi, com 1.539 metros de altitude, e um dos marcos históricos do montanhismo no Brasil. Sua importância vai além da altura: ele representa o nascimento do montanhismo no país. Em 21 de agosto de 1879, Joaquim Olympio de Miranda e sua equipe atingiram seu cume, em uma época em que escalar montanhas era uma atividade praticamente desconhecida por aqui.
Esse feito marcou a história da atividade e, por isso, a data foi escolhida como o Dia Nacional do Montanhismo. Subir o Olimpo continua sendo uma experiência simbólica e transformadora, que conecta cada visitante à origem do montanhismo brasileiro e às paisagens imponentes da Serra do Mar.
Obs.: O ponto de encontro pode ser alterado conforme a necessidade do grupo ou para otimizar o itinerário rodoviário.
Subir ao Olimpo, ponto culminante do Conjunto Marumbi, é uma jornada intensa por encostas íngremes, trechos de escalaminhada e passagens com auxílio de escadarias de aço fixada nas rochas. A trilha alterna trechos fechados pela mata com lajes de pedra expostas, onde o vento sopra forte e a vista se abre aos poucos. No cume, a sensação é de estar no topo da Serra do Mar: o olhar se perde no horizonte onde o litoral encontra o céu. Uma Montanha que impõe respeito e recompensa com beleza grandiosa.
É possível iniciar a caminhada desde a entrada do parque até o sopé do Marumbi, percorrendo cerca de 5 quilômetros com mais de 300 metros de desnível — não esqueçamos da volta. No entanto, essa opção exige mais do condicionamento físico e pode impactar nos custos da condução. Para contornar essa situação, há duas alternativas: contratar um transfer em veículo 4×4 até a Estação Engenheiro Lange ou realizar a expedição em modo alpino, com pernoite no Camping Marumbi ou a opção de Airbnb na histórica Vila Marumbi.
A subida começa pela trilha Frontal do Olimpo, partindo da Estação Marumbi. O tempo estimado até o cume varia de 3 a 4 horas e 30 minutos, dependendo do ritmo do grupo e das condições do dia.
Ficamos aproximadamente 1:00 hora no cume, aproveitamos para o lanche mais reforçado, apreciar e tirar muitas fotos.
A descida é feita pelo mesmo caminho da subida.
Após o retorno, é possível fazer mais um pernoite em camping ou em um Airbnb na região. Caso contrário, iniciamos o descenso final, com duas opções: caminhar os 5 km até as imediações da entrada do parque ou seguir de veículo 4×4.
Durante a viagem de retorno, aproveitamos para troca de experiências e uma boa conversa. Uma “mateada” é bem vinda.
Sim, é possível agendar um passeio individual. Os valores divulgados em nosso site referem-se a grupos, mas podemos fornecer um orçamento personalizado mediante solicitação via e-mail ou WhatsApp. Oferecemos também o acompanhamento de guias bilíngues.
Sim, é possível fazer a trilha com tênis e segurança. Porém, é importante que o calçado seja próprio para atividades outdoor. Tênis de corrida ou caminhada são contraindicados, pois se danificam facilmente no ambiente natural devido à irregularidade do terreno, umidade e rochas abrasivas.
Vale ressaltar que botas de hike e trekking possuem sistema de anti-torção no tornozelo e evitam que o pé deslize dentro do calçado em descidas, reduzindo o risco de lesões nos dedos.
