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É a montanha mais alta da Região Sul do Brasil, com 1.877 metros de altitude. Localizado na Serra do Ibitiraquire, entre os municípios de Antonina e Campina Grande do Sul, destaca-se como um marco geográfico e histórico da região.
A primeira ascensão registrada ao cume do Pico ocorreu em 13 de julho de 1941, realizada pelos marumbinistas Alfred Mysing e Rudolf Stamm, durante uma expedição liderada pelo geógrafo e explorador Reinhard Maack. O grupo vinha realizando incursões na Serra do Mar desde o ano anterior, motivado pela suspeita de que ali havia uma Montanha mais alta que o então ponto culminante do estado, o Monte Olimpo, no Conjunto Marumbi.
A expedição partiu no final de junho e, após várias tentativas e dias de reconhecimento, enfrentando neblina e terreno desafiador, a equipe finalmente atingiu o cume no dia 13 de julho. No topo, deixaram uma placa provisória com os nomes dos participantes.
O Pico do Paraná é formado por rochas de granito e gnaisse e integra o Parque Estadual Pico Paraná, Unidade de Conservação que protege a biodiversidade da Serra do Mar. A área abriga uma rica fauna e flora, além de ser um destino muito procurado por montanhistas.
Em 1992, sua altitude foi confirmada por medição com GPS feita por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná, registrando 1.877.392 metros.
Hoje, o Pico do Paraná segue como o maior ícone do montanhismo brasileiro no Sul do país — um desafio físico e espiritual, e um testemunho da coragem dos pioneiros que abriram caminho para tantas outras jornadas nas Montanhas.
Obs.: O ponto de encontro pode ser alterado conforme a necessidade do grupo ou para otimizar o itinerário rodoviário.
Ao subir o Pico do Paraná, o visitante será desafiado por trilhas intensas e paisagens deslumbrantes. No cume, encontrará uma vista panorâmica das Montanhas do Paraná, com uma imensidão de vales, rios e, em dias claros, o litoral ao longe. A experiência é enriquecida pela biodiversidade da Serra do Ibitiraquire, com fauna e flora exuberantes. Uma verdadeira imersão na natureza, onde o esforço é recompensado pela sensação única de estar no ponto mais alto do Sul do Brasil.
Aqui é necessário atravessar uma propriedade privada para acessar a trilha. Também faremos o cadastro no IAT.
Subimos até um mirante conhecido como Getúlio, caminhando aproximadamente de 1 a 1 hora e meia.
Vamos fazer uma parada rápida nas plaquinhas e, depois, paramos na bica d’água para abastecer.
Perto do Acampamento 1 (A1) tem a última água certa. A gente enche as garrafas ali e continua o hike.
Aqui a gente para rapidinho pra recuperar o fôlego antes de encarar os degraus lendários do Pico Paraná (o famoso PP!).
Deixamos a escada para trás e partimos rumo ao A2! Uma parada mais longa lá, e então… o assalto ao cume. Tamo pertinho agora!
Ficamos uma hora inteirinha no cume – tempo sagrado pra devorar aquele lanche caprichado e registrar mil fotos incríveis! Momento de celebrar cada gota de suor valeu a pena!
Iniciamos a descida! A partir de agora, as paradas serão só quando o corpo pedir – o importante é manter o ritmo até o final.
Ao concluir a trilha, efetuamos o encerramento de nosso cadastro junto ao IAT.
Durante a viagem de retorno, aproveitamos para troca de experiências e uma boa conversa. Uma “mateada” é bem vinda.
Sim, é possível agendar um passeio individual. Os valores divulgados em nosso site referem-se a grupos, mas podemos fornecer um orçamento personalizado mediante solicitação via e-mail ou WhatsApp. Oferecemos também o acompanhamento de guias bilíngues.
Sim, é possível fazer a trilha com tênis e segurança. Porém, é importante que o calçado seja próprio para atividades outdoor. Tênis de corrida ou caminhada são contraindicados, pois se danificam facilmente no ambiente natural devido à irregularidade do terreno, umidade e rochas abrasivas.
Vale ressaltar que botas de hike e trekking possuem sistema de anti-torção no tornozelo e evitam que o pé deslize dentro do calçado em descidas, reduzindo o risco de lesões nos dedos.
