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O Pico Caratuva, com 1.860 metros de altitude, é a segunda montanha mais alta do Sul do Brasil, localizado na Serra do Ibitiraquire, entre os municípios de Campina Grande do Sul e Antonina, no Paraná. Sua trilha é uma das mais tradicionais do estado, oferecendo uma experiência desafiadora e recompensadora para os amantes do montanhismo.
A caminhada até o cume começa no posto do IAT – Instituto de Água e Terra, com um percurso de aproximadamente 8,9 km (ida e volta) e ganho de elevação de cerca de 890 metros. O trajeto é considerado de dificuldade moderada para aqueles que estão acostumados a subir Montanhas, com trechos de aclive constante, raízes expostas e escalaminhadas, especialmente após o platô da região conhecida como Getúlio. Embora não exija técnicas de escalada, é recomendada para pessoas com boa preparação física e alguma experiência em trilhas.
O nome “Caratuva” deriva de uma espécie de bambu anão típica dos campos de altitude da região, a Chusquea pinifolia, que cobre parte do cume da montanha. Além disso, o local é conhecido por ser um excelente ponto para acampamento, permitindo aos aventureiros apreciar o nascer e o pôr do sol em meio a paisagens deslumbrantes.
Além de sua importância atual para o montanhismo, o Caratuva teve um papel histórico: foi a base da primeira expedição de sucesso ao Pico Paraná, realizada por Reinhard Maack, Alfred Mysing e Rudolf Stamm, em 28 de junho de 1941. A partir do cume do Caratuva, Maack confirmou que o então pouco conhecido Pico Paraná era, de fato, o ponto culminante da região.
Obs.: O ponto de encontro pode ser alterado conforme a necessidade do grupo ou para otimizar o itinerário rodoviário.
Na subida ao Pico Caratuva, o visitante encontrará uma trilha exigente e envolta pela Mata Atlântica, com trechos íngremes, raízes expostas e belas paisagens ao longo do caminho. No cume, a recompensa é uma vista ampla das Montanhas do Ibitiraquire, incluindo o imponente Pico Paraná, além de áreas ideais para acampamento e o espetáculo do nascer e pôr do sol em um dos pontos mais altos do Sul do Brasil.
Aqui é necessário atravessar uma propriedade privada para acessar a trilha. Também faremos o cadastro no IAT.
Subimos até um mirante conhecido como Getúlio, caminhando aproximadamente de 1 a 1 hora e meia.
Vamos fazer uma parada nas plaquinhas para repor as energias.
Nesse trecho da trilha há um ponto de água, mas ele é incerto. Por isso, devemos levar água desde o início; em caso de imprevistos, será preciso desviar do caminho principal para reabastecer.
Chegada ao cume. Ficamos cerca de uma hora e meia: descansamos, nos alimentamos e tiramos muitas fotos.
Iniciamos a descida! A partir de agora, as paradas serão só quando o corpo pedir – o importante é manter o ritmo até o final.
Ao concluir a trilha, efetuamos o encerramento de nosso cadastro junto ao IAT.
Durante a viagem de retorno, aproveitamos para troca de experiências e uma boa conversa. Uma “mateada” é bem vinda.
Sim, é possível agendar um passeio individual. Os valores divulgados em nosso site referem-se a grupos, mas podemos fornecer um orçamento personalizado mediante solicitação via e-mail ou WhatsApp. Oferecemos também o acompanhamento de guias bilíngues.
Sim, é possível fazer a trilha com tênis e segurança. Porém, é importante que o calçado seja próprio para atividades outdoor. Tênis de corrida ou caminhada são contraindicados, pois se danificam facilmente no ambiente natural devido à irregularidade do terreno, umidade e rochas abrasivas.
Vale ressaltar que botas de hike e trekking possuem sistema de anti-torção no tornozelo e evitam que o pé deslize dentro do calçado em descidas, reduzindo o risco de lesões nos dedos.
